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Na Ausência do Amor
A ausência de amor na forma de autoaceitação gera um vazio profundo, difícil de
preencher por meios externos.
Quando falta autoaceitação por dentro:
O indivíduo se torna seu maior inimigo.
Passa a se criticar excessivamente, a se culpar por cada erro, a sentir vergonha
de si mesmo.
Surgem sentimentos de inadequação e rejeição, mesmo quando nada no ambiente
externo os justifica.
Essa falta de amor interno pode gerar:
Baixa autoestima crônica,
Ansiedade,
Perfeccionismo paralisante,
Ou até um desejo constante de se esconder ou se anular.
A pessoa acredita que precisa se consertar para ser amada — mas não vê que o
amor é justamente o que possibilita o conserto.
Quando falta autoaceitação por fora:
Sem acolhimento externo, essa ferida interna se agrava.
O olhar do outro passa a ser vivido como ameaça:
“Será que vão perceber que eu não sou suficiente?”
“Será que vão me rejeitar?”
O medo da exposição pode gerar isolamento, defensividade e uma necessidade de
agradar a todos — às custas da própria verdade.
A ausência de aceitação externa também alimenta máscaras sociais.
O ser real fica escondido.
E o que se mostra ao mundo é apenas um personagem criado para ser “aceitável”.
Síntese:
Sem amor na forma de autoaceitação, o ser humano sofre por dentro e por fora.
E esse sofrimento o afasta da própria essência — e dos outros.
Mas com amor, até as imperfeições se tornam caminhos de encontro, de humanidade
e de crescimento.
Fonte: ChatGPT |
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