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Na Ausência do Amor
Quando o amor se ausenta do
coração, a autoconfiança se desfaz como neblina diante do sol.
Sem amor dentro, o indivíduo se torna estranho de si mesmo.
Sem amor fora, ele teme ser visto — pois acredita que não tem valor.
Ausência de Amor por Dentro: A Dúvida
como Morada
Quando falta o amor interior, a autoconfiança se transforma em insegurança.
O ser humano passa a duvidar constantemente de si, das suas escolhas, da sua
própria dignidade.
Tudo o que é espontâneo parece errado.
O silêncio vira vazio.
O erro, uma condenação.
A ausência de amor o faz prisioneiro de um juiz interno implacável,
que repete: “Você não é suficiente.”
“Você vai fracassar.”
“Você não é digno de confiança.”
Nesse terreno, não há coragem para tentar,
não há paz para descansar,
não há fé para seguir.
Ausência de Amor por Fora: A Busca por
Aprovação como Condição de Existência
Quando o amor não vem de fora, a autoconfiança tenta se alimentar da aceitação
alheia.
O olhar do outro se torna um espelho distorcido:
basta uma crítica para que tudo desabe.
Basta um julgamento para que a alma se esconda.
O indivíduo começa a viver como um reflexo dos outros, não como luz própria.
Sufoca suas opiniões, anula seus desejos, questiona até mesmo seus talentos —
tudo em busca de aprovação.
Mas nenhuma validação externa supre a falta do amor que deveria florescer de
dentro.
Em síntese:
Sem amor, a autoconfiança murcha.
O indivíduo se perde na neblina do medo, da dúvida e da comparação.
Passa a caminhar com os pés tremendo e a alma recolhida.
Porém, basta uma centelha de amor —
uma lembrança de que é possível confiar em si, mesmo falho, mesmo imperfeito —
e então a autoconfiança pode renascer como aurora após a noite.
É o amor que acende, novamente, a chama da confiança.
Fonte: ChatGPT |
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