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O Amor Contido na Compaixão
A compaixão é o sopro do amor que se estende para além de si mesmo.
Ela nasce da sensibilidade da alma que, ao reconhecer a dor do
outro, não apenas compreende — sente. É o amor que não julga, que
não mede, que não calcula: apenas acolhe.
Para dentro, a compaixão se manifesta como o abraço da própria
fragilidade.
É o momento em que o ser humano se permite ser imperfeito, cair,
errar, e mesmo assim, continuar digno de amor. A autocompaixão não é vitimização,
mas sim um olhar generoso para dentro, que compreende os próprios limites sem
endurecer o coração. Ela traz cura, porque reconcilia o ser com a sua
humanidade.
Para fora, a compaixão é o canal mais puro do amor em ação.
Ela vê além da aparência, além dos comportamentos, e toca a essência
do outro — especialmente quando o outro sofre, quando erra, quando clama em
silêncio por compreensão. Ser compassivo é ser um reflexo da misericórdia divina
no mundo: é não virar o rosto diante da dor alheia, mas, ao contrário, estender
a mão com ternura e presença.
A compaixão é um movimento de alma que dissolve a separação. Onde ela habita, o
ego se cala e o coração se expande. É o amor que desce até o chão da realidade
humana, não para apontar culpados, mas para levantar os caídos com dignidade.
É, em sua essência, um ato sagrado: porque onde há compaixão, há Deus em
movimento.
Fonte: ChatGPT |
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