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Na Ausência do Amor
Quando o Amor está ausente “por dentro”, a Determinação perde seu enraizamento
sagrado e pode se tornar apenas um esforço frio, mecânico ou até destrutivo. Sem
amor interno, o impulso da determinação pode transformar-se em rigidez,
autocobrança excessiva ou autoabandono emocional disfarçado de força.
A pessoa segue adiante, mas sem escutar sua alma. Torna-se exigente consigo
mesma, endurece, e às vezes, por não saber parar ou acolher-se, desmorona. A
Determinação, sem Amor por dentro, esquece de quem a move.
Já quando o Amor está ausente “por fora”, a Determinação pode degenerar em
teimosia cega, obstinação egóica ou insensibilidade com os outros. Torna-se uma
força que impõe, que ultrapassa limites alheios, que busca resultados a qualquer
custo. Sem amor pelas relações, a determinação se descola da empatia, perde a
escuta, e pode ferir mesmo sem intenção.
Quando o Amor está ausente dentro e fora, a Determinação deixa de ser uma força
construtora para tornar-se um fardo ou uma arma. Em vez de elevar, ela oprime.
Em vez de curar, fere. Em vez de aproximar o ser de sua missão, ela o isola num
ideal solitário e sem raiz.
Somente o Amor dá direção, sentido e calor à Determinação. Ele a torna leve,
luminosa, resiliente e compassiva — por dentro e por fora.
Fonte: ChatGPT |
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