|
|
Na Ausência do Amor
Quando o amor se ausenta do coração, a igualdade perde sua raiz viva e
espiritual, e em seu lugar crescem as sombras da indiferença, do orgulho e da
exclusão.
Por dentro, o indivíduo pode começar a
julgar a si mesmo com dureza ou se sentir inferior — ou, em sentido oposto,
alimentar uma falsa superioridade em relação aos outros. Sem amor interior, ele
se esquece de que sua dignidade é inata, não depende de conquistas, títulos ou
comparações. E nesse esquecimento, instala-se o sofrimento da separação: a
crença de que é menos — ou mais — do que os demais.
Por fora,
a ausência do amor faz com que ele olhe para os outros através de lentes de
julgamento, preconceito ou desdém. Passa a classificar, rotular e distanciar-se.
Perde a sensibilidade que reconhece no outro um irmão de jornada, e em vez de
pontes, ergue muros. Sem amor, o olhar se torna frio, o trato se torna seco, e o
convívio humano se torna pesado, desigual, injusto.
A ausência da igualdade envenena as relações e rompe a harmonia da convivência.
Ela perpetua sofrimentos coletivos, aprofunda desigualdades sociais e bloqueia a
verdadeira fraternidade entre os seres.
Por isso, sem o amor que sustenta o senso de igualdade, o indivíduo se afasta
tanto de si mesmo quanto da humanidade que há no outro. E nesse afastamento,
perde-se o elo mais sagrado da existência: o reconhecimento de que todos viemos
do mesmo amor — e para ele retornamos.
Fonte: ChatGPT |
|