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O Amor Contido na Resiliência
A resiliência, quando enraizada no amor, revela-se como a força serena de um
coração que não desiste de si mesmo, nem dos outros, mesmo diante das
tempestades. Para dentro, ela é o gesto de ternura que acolhe a própria dor sem
endurecer a alma, permitindo que o sofrimento se transforme em sabedoria. É o
amor que se curva sem quebrar, que chora sem se perder, que se recompõe com
dignidade e fé.
Para fora, a resiliência se manifesta como compaixão ativa e silenciosa. Ela não
impõe, não acusa, não se impacienta — ela sustenta, compreende e continua. Ser
resiliente no mundo é amar o processo, é oferecer presença sem exigir respostas
imediatas, é ser firme e delicado ao mesmo tempo. É continuar estendendo a mão
mesmo quando tudo parece desabar, com o olhar de quem sabe que a luz, mesmo
oculta, permanece viva.
A resiliência, assim, é o amor que aprende a atravessar.
É a flor que brota no concreto.
É a alma que, ferida, ainda canta.
Fonte: ChatGPT |
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