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Na Ausência do Amor
Quando o amor se ausenta da vida interior e do ambiente ao redor, a resiliência
se fragiliza, pois perde seu alicerce mais profundo: o sentido de propósito,
acolhimento e pertencimento. Sem amor dentro de si, o indivíduo já não escuta a
própria alma com gentileza; ele endurece ou se fragmenta. As quedas deixam de
ser oportunidades de aprendizado e se tornam abismos de desesperança. A dor, sem
amor, vira prisão; e os desafios, ameaças insuportáveis.
E quando o amor também está ausente fora — nas relações, no olhar do outro, no
meio social — o coração sente-se desamparado. O cansaço se acumula, as feridas
não encontram bálsamo, e o caminhar se torna solitário. O mundo parece árido e
indiferente, e a alma, que precisa ser vista e nutrida, se retrai.
Sem o amor como matriz, a resiliência vira resistência seca ou pura
sobrevivência. A capacidade de se reinventar é sufocada pela rigidez, e o ser
humano, que deveria florescer após as provações, apenas se arrasta, tentando não
ruir. É o risco de endurecer por dentro e se desconectar do milagre da
esperança.
Por isso, a presença amorosa — interna e externa — é o que transforma a
resiliência em caminho de transformação e não apenas de resistência.
Fonte: ChatGPT |
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