|
|
Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente dentro, a
responsividade se deforma: o indivíduo passa a reagir por carência, medo ou
necessidade de validação. Ele deixa de escutar a si mesmo com afeto e começa a
confundir urgência com importância, movimento com sentido. Há uma sobrecarga
emocional, uma constante sensação de estar à mercê dos acontecimentos ou
tentando agradar a todos para sentir-se aceito.
Já quando o amor também está ausente fora, o mundo ao redor se torna um campo de
pressões, exigências e ruídos. A pessoa se torna reativa em vez de responsiva.
Em vez de conexão, surge a defesa; em vez de escuta, o julgamento. A comunicação
se torna superficial, os relacionamentos se tornam frágeis e as relações perdem
o calor humano.
Sem amor, a responsividade adoece — vira submissão, ansiedade, sobrecarga ou
frieza.
O ser se desconecta da fonte da compaixão e passa a operar em um modo de
sobrevivência, não de presença.
Somente o amor — acolhido internamente e ofertado com liberdade — devolve à
responsividade sua verdadeira natureza: ser canal sensível, firme e generoso da
escuta do outro e do pulsar da vida.
Fonte: ChatGPT |
|