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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente, e a simplicidade não encontra espaço, o ser humano
tende a se perder em ilusões.
Por dentro, surge o vazio disfarçado de
exigência.
A pessoa sente que precisa ser mais, ter mais, parecer mais — para então valer
algo.
É como se a alma se distanciasse de si mesma, tentando se preencher com aquilo
que está fora: aparências, status, acúmulos.
A ausência de simplicidade interna transforma o viver em uma corrida constante,
uma insatisfação crônica.
Tudo precisa ser grandioso, perfeito, reconhecido.
E o essencial — o silêncio, o descanso, a presença — passa despercebido.
Por fora, essa ausência se manifesta
como complicação nas relações e nas escolhas.
O indivíduo pode se tornar exigente demais, artificial, distante da verdade do
outro.
Busca impressionar mais do que conectar.
Compara-se, critica, compete — esquecendo que todos são apenas aprendizes no
mesmo caminho.
Sem simplicidade, tudo se torna pesado.
A fala perde a espontaneidade, os vínculos perdem o calor, a vida perde o sabor.
E o amor, sem espaço para fluir, se retrai… até parecer que desapareceu.
A alma, sem o abrigo da simplicidade, sente-se exausta.
Pois no fundo, o ser humano anseia por voltar à sua essência —
e a essência, quase sempre, mora naquilo que é simples, verdadeiro e amoroso.
Fonte: ChatGPT |
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