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O Amor Contido na
Solidariedade
A solidariedade é o amor
que se torna movimento.
É o amor que, ao perceber a dor ou a necessidade do outro, não se limita ao
sentimento, mas desce ao coração e se transforma em gesto.
Internamente, a solidariedade revela a maturidade do
ser.
Ela mostra que o coração já aprendeu a superar o egoísmo e a reconhecer, no
outro, um reflexo de si mesmo.
É a alma que compreendeu que a verdadeira grandeza não está em acumular, mas em
compartilhar.
Que o real sentido da vida está em estender as mãos — não apenas para dar, mas
também para estar junto.
Para fora, a solidariedade é a presença amorosa que se
faz ponte sobre abismos.
É o calor que se oferece nos invernos da alma.
É o alimento que chega antes da fome, a palavra que consola antes da queda, o
abrigo que se abre sem esperar retorno.
É o amor que se veste de ação, de escuta, de compaixão ativa.
Ser solidário é viver com o coração desperto para a dor do mundo,
sem se perder nela,
mas servindo como instrumento de alívio, de luz, de esperança.
A solidariedade, quando genuína, não é caridade com olhar de cima,
mas fraternidade com olhar de igual.
Ela nasce do entendimento espiritual de que todos somos viajantes no mesmo
caminho evolutivo,
e que ninguém cresce verdadeiramente sozinho.
Ser solidário é permitir que o amor divino se manifeste através de nós,
num gesto, numa palavra, num silêncio acolhedor.
Fonte: ChatGPT |
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